Brasil Music Summit se encerra com grandes resultados e confirma segunda edição

Cerca de 200 profissionais do mercado da música e de marketing passaram pela Unibes Cultural para conferir a primeira edição da Brasil Music Summit, Sync & Branding. O evento é promovido pelo Brasil Music Exchange (BME), projeto de exportação de música brasileira realizado por meio de uma parceria entre a Brasil Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A programação reuniu profissionais da indústria e empresas como Nike, Puma, Estrella Galícia, Natura e Chilli Beans para debater sincronização para o mercado audiovisual e relação entre marcas e artistas. A programação contou com 14 palestras e 10 workshops, além de rodadas de negócios e mentoring sessions. Nessas últimas, empresários do setor tiveram a oportunidade de apresentar ideias e receber feedbacks de Yassine Saidi da Puma Global, Spencer Rinaldi, da Nike Brasil, Juan Paz, da Estrella Galícia, e Evandro Fióti, da Laboratório Fantasma.

“Ficamos muito satisfeitos com o resultado. O evento obteve um grande sucesso e contou com a presença de diversos profissionais qualificados nas áreas de music branding e sincronização, tanto apresentando as palestras/workshops, quanto na plateia, buscando conhecimento, fechando negócios e trocando ideias. Já confirmamos a segunda edição, que deve acontecer no final de setembro”, detalha o gerente da BM&A, Leandro Ribeiro.

Audiência internacional

O evento contou com a participação de diversos convidados internacionais: Samantha Schilling, diretora criativa da Reel Muzik Werks; Carolina Arenas, Head da América Latina da Audio Network; Joel C. High, CEO da Creative Control Entertainment; Marthe-Helene Heraud, supervisora musical; Yassine Saidi, Global Senior Head of Lifestyle da Puma; Frédéric Lagacé, diretor geral do Rimouski International Jazz Festival; Matthieu Darti, confundadador da Antemprima Prime, e Geoffroy de Rougé, diretor do desenvolvimento internacional do Midem.

Os profissionais destacaram a qualidade da música brasileira e comentaram que há diversas oportunidades para os profissionais do Brasil nos segmentos de sincronozação e music branding exterior. “Os brasileiros precisam educar os supervisores musicais, mostrando que a produção do país é maravilhosa, e fazer as coisas acontecerem. Há várias formas de isso ser feito”, comentou Carolina Arenas. “A produção tem que chegar até nós. Se o conteúdo tiver relevância, nós certamente ouvimos e guardamos. Faz parte do nosso trabalho”, completou Marthe-Helene Heraud.

Programação de showcases

A programação de showcases do evento contou com seis shows, Emicida, Bixiga 70, Larissa Luz, Saulo Duarte, Nômade Orquestra e Maglore, e dois DJs: Tudo e MAM. Emicida falou da importância do evento: “nós, que amamos música, precisamos cuidar dela, debater, estudar para que ela cresça da melhor forma, como um filho. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o nosso mercado”, finaliza.

Confira algumas fotos do evento:







Veja mais sobre as palestras que ocorreram durante os dias:

DNA da marca e da música.
Estratégias das marcas e música.

Importância do supervisor musical.
Temas variados e suas ligações com a música.

Palestras do segundo dia do BMS tratam sobre DNA da marca e da música

Algumas das palestras realizadas no segundo dia do Brasil Music Summit: Sync & Music Branding, tiveram como foco o estudo do DNA da marca e da música, as influências que representam uma para a outra e o quanto andam em conjunto. Os três palestrantes que se aprofundaram nessa área e transmitiram experiências que acontecem nas empresas que trabalham foram: Ricardo Rodrigues, da Let’s GIG, Yassine Saidi, da Puma Global, e Evandro Fióti, do Laboratório Fantasma.

Para Ricardo, que palestrou sobre “o que é aceitável na relação entre a marca e o artista?”, comentou que “a primeira coisa é fazer um planejamento estratégico da carreira do artista e tentar buscar, principalmente, empresas que possuem maior sinergia com a marca”. Ele assegurou que esse posicionamento é parte integrante do sucesso da estratégia da banda Liniker & Os Caramelows.

Fióti vai mais longe e acredita que é essencial haver uma identificação entre a essência da empresa, dos artistas e dos produtos a eles relacionados. Esse é inclusive um dos pilares a que atribui o sucesso do Laboratório Fantasma. “Lidamos com várias questões e essas não envolvem apenas sim ou não, é preciso saber o porquê dessa resposta”, assegura.


A música no centro


Yassine Saidi
, que veio ao Brasil especialmente para o evento, tratou sobre o trabalho que a Puma faz com diversos artistas, apresentando a parceria bem-sucedida que desenvolveram com a Rihanna. “Não pagamos mais anúncios em revistas, trabalhamos com social media, pois é o que dá mais alcance. Investimos na música, pois é o meio cultural mais poderoso do mundo e usamos as redes sociais para alavancar essa estratégia. Esses projetos estão dando um retorno muito positivo”, diz.

Ele detalhou a trajetória da relação entre moda e música e explicou que vê os artistas no centro da estratégia de qualquer marca de sucesso hoje. “Os artistas do rap refizeram e reeditaram a moda comparado a como ela era feita”, comentou. Segundo ele, essa foi uma tendência irreversível que deve ir mais longe: “Creio que no futuro os artistas estarão à frente de suas próprias marcas. Isso já está acontecendo”.


Fióti
, que também tem uma relação forte com moda, apresentou o case de sucesso da participação da marca Lab na São Paulo Fashion Week. Assim como Yassine, ele também acredita que esse é um momento de muitas oportunidades para quem trabalha com música. “O mercado está mudando de forma favorável”, finaliza.

Confira algumas fotos das palestras:


Painéis do segundo dia do BMS falam sobre estratégias das marcas e música

Parte das palestras realizadas no segundo dia do Brasil Music Summit: Sync & Music Branding, tiveram como foco as estratégias das marcas para engajar a música nesse mundo.

Os quatro palestrantes que mais se aprofundaram nessa área e transmitiram experiências que acontecem nas empresas que trabalham foram: Guilherme Flarys, da Gomus Music Branding, Fernanda Paiva, da Natura Musical, Juan Paz, da Estrella Galícia, e Bruno Santos, da Chilli Beans.

Para Guilherme, a estratégia usada é baseada em “entender a rotina sonora do cliente e saber onde ele está para oferecer produtos que tenham a ver com ele”. O profissional também ressaltou a importância da música na vida de todos e o quanto as empresas devem explorar esse lado, “música muda tudo e pode trazer novos significados e experiências”.

Tratando mais sobre as marcas que utilizam essa influência da música e são grandes destaques nesse segmento, Bruno e Fernanda falaram do sucesso que as respectivas marcas em que trabalham possuem nesse segmento. Sobre a Natura Musical, Fernanda explicou sobre os desafios e os trabalhos realizados até o projeto ganhar a proporção que tem hoje.

Já em relação ao trabalho da Chilli Beans, Bruno falou das parcerias que a marca possuiu com artistas/bandas renomadas como The Beatles, Rita Lee, Legião Urbana, entre outros, e como isso influenciava no projeto que tinham para aumentar o alcance da marca. Hoje, eles trabalham com artistas como Pabllo Vittar e festivais como Rock In Rio.

Em um dos últimos painéis do dia, Juan Paz falou sobre o trabalho que a Estrella Galícia vem realizando para incluir a música e apoiar artistas. Eles possuem um projeto chamado “SON Estrella Galícia”, que divulga diversas bandas/artistas pelo mundo, além de realizar festivais e possuir espaços que combinam a música com a marca da cerveja.

Confira algumas fotos:



Painel ressalta a importância do supervisor musical

Um dos painéis mais interessantes da Brasil Music Summit: Sync & Music Branding tratou sobre o papel do supervisor musical, dando muitos caminhos e abrindo oportunidades para os brasileiros que quiserem trabalhar na área. A discussão foi moderada por Mário Di Poi, da Inputsom Arte Sonora, e composta por Geoff Siegel, da Fundamental Music, a supervisora musical Marthe-Helene HeraudCaroline Arenas, da Audionetwork , e Luiz Buff, da 1M1 Arte.


Marthe-Helene
falou da necessidade de o supervisor ter uma cultura musical bastante ampla, uma rede de relacionamentos intensa, conhecimento do mercado e muito repertório. Já Luiz destacou a necessidade de ter tudo bem organizado, “deixar sempre tudo colocado no papel e ter tudo bem negociado do ponto de vista jurídico, além de cada um que faz parte da composição”, afirmou.

Carolina e Geoff ressaltaram a qualidade da música brasileira, mas a dificuldade que possuímos em levá-la para fora do país. Para Carolina, “os supervisores musicais do Brasil precisam ser educados que a música boa está aqui. O jazz, por exemplo, é surpreendente. Vocês têm que fazer as coisas acontecerem ao invés de esperar as oportunidades virem”, destacou. Geoff complementou dizendo “o talento musical está aqui, mas ele precisa chegar até Los Angeles”.

Para finalizar o painel, Luiz também falou sobre a importância de conhecer sobre os direitos autorais musicais e como funciona todo o processo. “É necessário ter acesso às ferramentas de pesquisa para saber quem são os donos dos direitos de cada música, pois é muito difícil, às vezes, saber quem são os detentores destes”, disse ele.

Confira fotos do painel:

Palestras do primeiro dia do BMS abordam diversos temas e suas ligações com a música

O primeiro dia de painéis e palestras do Brasil Music Summit: Sync & Music Branding contou com discussões de diversos temas relevantes para sincronização: o relacionamento entre ofertantes de música e produtores do mercado audiovisual, as tendências da música e realidade virtual, o poder da música na animação, com foco no case do filme “O Menino e o Mundo e da série “Salvos de Extinção”, e o trabalho em megaeventos como a Copa do Mundo de 2014.

Na primeira palestra, Samantha Schilling, da Reel Muzik Werks, falou sobre a divulgação da música e a procura dos produtores por estas: “O mais importante são os relacionamentos. Saber o que você está fazendo e para quem está fazendo. É necessário saber em que está trabalhando. Muitas pessoas não procuram um tipo de música simplesmente por não saber que ela existe”, disse.

Já no painel ligado às tendências, moderado por Mário Di Poi, da Inputsom Arte Sonora, e comandada por Fábio Hofnik, da Hyper VR, Bernardo Massot e Evandro Cavalcanti, ambos da Sonido, falaram sobre o crescimento da realidade virtual. Para Fábio, “a realidade virtual vai superar a televisão, pois a tendência é migrar para novas mídias, e essa área está recebendo muito investimento”.

Cases de sucesso

Dentro dos painéis que apresentaram cases de sucesso, Alexandre Guerra, da Inputsom Arte Sonora e Maurício Dias, da Grifa Filmes, falaram sobre todo o processo criativo envolvido na trilha sonora de série “Salvos de Extinção”, que teve trilha gravada na Hungria.


Ruben Feffer
e Gustavo Kurlat, ambos da Ultrassom, falaram sobre o sucesso da música na animação. Em especial “O menino e o mundo” e a criação de todas as sonoras que aparecem no filme. “Pensamos a música de uma maneira que cada lugar trouxesse referências musicais. A narrativa foi criada pela música”. A trilha do filme foi inteira criada, sem serem copiados sons.


Otávio de Moraes
contou a experiência de participar de um megaevento. No caso, a Copa do Mundo de 2014. Ele foi responsável pela abertura e encerramento do evento. Em um processo bastante complexo, que levou oito meses, ele enfrentou diversos desafios. Entre eles, a necessidade de realizar uma música universal, na qual diversas nações se vissem representadas.

Confira algumas fotos das palestras:





bureau

A presença do Bureau Export de La Musique Française no BMS

A primeira edição do Brasil Music Summit (BMS), acontece na Unibes Cultural em São Paulo, nos dias 4 e 5 de dezembro. O evento foi criado com o intuito de fornecer conteúdo e gerar negócios para profissionais do mercado da música nas áreas de sincronização e music branding. A expectativa é atrair diversos interessados pela área dentro e fora do Brasil.

Um dos apoios internacionais ao evento, é o Bureau Export de La Musique Française, uma organização que tem como objetivo promover a música francesa no mundo, e ainda trará a editora francesa Anteprima Prime Publisher, específica no assunto.

De acordo com Matthieu Darti, co-fundador da Anteprima Prime publisher, “o objetivo é fazer contatos iniciais com supervisores locais de música e apresentar nosso catálogo. Estamos à procura de uma representação potencial do nosso catálogo de música para a imagem. Por outro lado, estamos abertos às oportunidades de representação e sub-edição de catálogos locais para o território francês.”

O evento é realizado através de uma parceria entre o Brasil Music Exchange (BME), a Brasil, Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Além de rodas de conversas, workshops e outros, o BMS contará com shows de artistas como Emicida, Larissa Luz, a banda Bixiga 70, entre outros.

Para comprar o credenciamento basta entrar no site.

bms-en

BME promotes event focusing on synchronization and music branding for the first time in Brazil

In order to provide content and generate business for professionals in the music market in the fields of sync and music branding, BME (Brasil Music Exchange), a Brazilian music export project conducted through a partnership between Brasil, Música & Artes (BM&A) and the Brazilian Trade and Investment Promotion Agency (Apex-Brasil), created the Brasil Music Summit: Sync & Music Branding. The event takes place on December 4 and 5, at Unibes Cultural, and will be featuring Brazilian and international professionals in lectures, workshops, showcases, and business roundtables.

The idea of ​​the event arose when BME studied the Brazil’s phonographic potential in the business chain and noticed that the fields of sync and music branding are still little explored in the country and have a lot of room to develop. In 2016, the Brazilian music market had $229.8 million in revenue. Regarding the Internet, Brazil is not far behind and ranks fifth in terms of the number of digital users, with roughly 102 million people. On Netflix, Brazilians are ranked 10th in the “binge racers” ranking, which defines subscribers who watch a season of a series during the first 24 hours of the launch. On YouTube, the country ranks sixth in the world based on video views.

According to Leandro Ribeiro, manager of the project, the event is important for the expansion of this type of business among Brazilian and foreign professionals. “The idea is to kick off the subject, bringing business opportunities, networking, and knowledge. We are still beginning here in everything that concerns these issues, so this beginning will allow us to reap the benefits in the long term,” he explained.

National and international guests

The program already includes confirmed names such as Samantha Schilling, Creative Director at Reel Muzik Werks, Mario Di Poi, Managing Director of Inputsom Arte Sonora, Geoff Siegel, founder and CEO of Fundamental Music, Joel High, and CEO of Creative Control Entertainment. Another highlight is the presence of Yassine Saidi, Global Senior Head of Lifestyle of Puma, who is coming to Brazil to discuss and seek opportunities in the fields of Music Branding.

A market with potential

A study by the International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) notes that synchronization accounts for 2.3% of global recorded music revenues, which means $370 million out of a total of $15.7 billion. According to Mario Di Poi, Producer at Inputsom Arte Sonara, the “Pay TV Act” (12,485/2011) boosted the rise of this sector. “The requirement significantly increases the demand for Brazilian content on television channels and, subsequently, music. The musical production chain is increasingly prepared to join the audiovisual sector,” he said.

In force since 2012, the text establishes that paid channels should broadcast at least three and a half hours every week of national productions in prime time, half of this content being mandatorily created by independent companies. In 2016, pay TV channels showed more national content than the minimum required by the Act, according to a report produced by Ancine.

In addition to the revenues from music licensing, the synchronization business has a direct influence on copyright revenues through public performance. In 2016, global figures accounted for $2.15 billion, totaling 13.7% of the total revenues in the music market, a 7% increase over 2015. In Brazil, the value corresponds to $84 million.

Leandro explains that, particularly in the case of sync, even projects developed here in Brazil may represent an increase in export revenues. “Many audiovisual projects are broadcast abroad – as is the case with TV shows, movies and animations – that is, even though all the production is done here in Brazil, from the moment it is licensed and broadcast outside, everyone involved still profits from copyright on public broadcast,” he concluded.

For more information, please visit the event’s website.

Programming

Business rounds (12/4 and 12/5 – morning)

Aimed at companies that operate in the sync & music branding market and are BM&A associates. Companies that do not meet the minimum requirements can use our networking platform to schedule their own meetings. Please follow this link to learn more.

Showcases (12/4 and 12/5 – evening)

With the aim of presenting an overview of the current scenario of Brazilian music, BME has organized showcases that will be presented during the two days of the event, in the evening. BM&A associates will be entitled to an allowance with a value to be defined and, in particular for those who are outside São Paulo, the cost of the tickets. The signup period will be open until November 6, and only submissions from independent artists, managers and producers will be accepted. See the rules and schedule here. 

Lectures and panels (12/4 and 12/5)

Presentation of success stories and trends in the sync & music branding markets for all accredited members with simultaneous interpreting.Click here to know more about the programming. 

Workshops (12/4 and 12/5)

Guest professionals will be teaching the tools and processes of the Sync & Music Branding market. Vacancies are limited, and workshops are separated by management maturity levels. That is, “free workshops” can be considered topics for beginners, while “Pro workshops” address more complex issues. Some of them will only be in English, as it they will feature international speakers. More details here.

Pitching (12/4 and 12/5)

Aimed at companies and professionals who develop projects in the audiovisual market in the fields of film, TV, video games, and others, who can present their projects to professionals in the music market in order to be able to find an appropriate partner. Learn more here. 

About BME

Brasil Music Exchange (BME) is a music export aid project developed since 2002 through a partnership between Brasil Música & Artes (BM&A) and the Brazilian Trade and Investment Promotion Agency (Apex-Brasil). For this purpose, it conducts a number of international business and image promotion activities.

Brasil Music Club announces lineup of showcases open to the public on December 4 and 5

In order to provide content and generate business for professionals in the music market in the fields of sync and music branding, BME (Brasil Music Exchange), a Brazilian music export project conducted through a partnership between Brasil, Música & Artes (BM&A) and the Brazilian Trade and Investment Promotion Agency (Apex-Brasil) promotes the Brasil Music Summit (BMS). The event, whose programming will be featuring lectures and business rounds, will take place on December 4 and 5 at Unibes Cultural.

This week, the project announced the programming of showcases, to take place from 7 pm to 10 pm. Artists Emicida, Nômade Orquestra and Maglore will be performing on December 4 alongside DJ Tudo, who will be featured between each concert. The second day will feature Larissa Luz, Saulo Duarte, Bixiga 70 and DJ MAM in the programming. The concerts are open to the general public and tickets are on sale on the link with prices starting at R$19.50.

The BMS daytime programming includes the participation of Brazilian and international professionals in lectures, workshops, and business roundtables. To know more, please visit the website.

SERVICE:

12/4 – 7 pm to 10 pm

7 pm – 7:30 pm: Nomad Orchestra

7:30 pm – 8 pm: DJ Tudo

8 pm – 8:30 pm: Maglore

8:30 pm – 9 pm: DJ Tudo

9 pm – 10 pm: Emicida

12/5 – 7 pm to 10 pm

7 pm – 7:30 pm: Larissa Luz

7:30 pm – 8 pm: DJ MAM

8 pm – 8:30 pm: Saulo Duarte

8:30 pm – 9 pm: DJ MAM

9 pm – 10 pm: Bixiga 70

About BME

Brasil Music Exchange (BME) is a music export aid project developed since 2002 through a partnership between Brasil Música & Artes (BM&A) and the Brazilian Trade and Investment Promotion Agency (Apex-Brasil). For this purpose, it conducts a number of international business and image promotion activities.

BME promove evento com foco em sincronização e music branding pela primeira vez no Brasil

Com o objetivo de fornecer conteúdo e gerar negócios para profissionais do mercado musical nas áreas de sincronização e music branding, o BME (Brasil Music Exchange), projeto de exportação de música brasileira realizado por meio de uma parceria entre a Brasil, Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), criou o Brasil Music Summit: Sync & Music Branding. O evento acontece durante os dias 4 e 5 de dezembro, na Unibes Cultural, e conta com a participação de profissionais nacionais e internacionais em palestras, workshops, showcases e rodadas de negócios.

A ideia do evento surgiu quando o BME estudou o potencial fonográfico brasileiro dentro da cadeia de negócios e percebeu que as áreas de sync e music branding ainda são poucos exploradas no país e possuem muito espaço para se desenvolver. Em 2016, o mercado fonográfico nacional faturou US$ 229,8 milhões. Quando falamos de internet, o Brasil não fica muito atrás e ocupa o quinto lugar em número de usuários digitais, com cerca de 102 milhões de pessoas. Na Netflix, os brasileiros ficam em 10º lugar no ranking de “supermaratonistas”, termo que define os assinantes que assistem à temporada de uma série durante as primeiras 24h do lançamento. No Youtube, o país é sexto no mundo com base em visualizações de vídeo.

Segundo Leandro Ribeiro, gerente do projeto, o evento é importante para expandir esse tipo de negócio entre os profissionais brasileiros e estrangeiros. “A ideia é dar um ponta-pé inicial sobre o assunto, trazendo oportunidades de negócios, networking e conhecimento. Ainda estamos engatinhando por aqui em tudo que diz respeito a estes temas, então, é um início para colhermos frutos a longo prazo”, detalha.

Convidados nacionais e internacionais

A programação já tem nomes confirmados como Samantha Schilling, Creative Director da Reel Muzik Werks, Mario Di Poi, diretor executivo da Inputsom Arte Sonora, Geoff Siegel, fundador e CEO da Fundamental Music, Joel High, CEO da Creative Control Entertainment. Também merece destaque a presença de Yassine Saidi, Global Senior Head of Lifestyle da Puma, que vem ao Brasil discutir e procurar oportunidades nas áreas de Music Branding.

Mercado com potencial

Um estudo realizado pela International Federation of the Phonograph Industry (IFPI) aponta que a sincronização representa 2,3% das receitas de músicas gravadas atualmente no mundo, o que significa US$ 370 milhões de um total de US$ 15, 7 bilhões. Segundo Mario Di Poi, produtor da Inputsom Arte Sonara, a “Lei da TV Paga” (12.485/2011) impulsionou a ascensão deste setor. ”A exigência aumenta significativamente a demanda por conteúdo brasileiro nos canais de televisão e, consequentemente, por música. A cadeia produtiva musical está cada vez mais preparada para se unir ao audiovisual”, garante.

Em vigor desde 2012, o texto estabelece que os canais pagos veiculem pelo menos 3h30 semanais de produções nacionais em horário nobre, sendo metade desse conteúdo obrigatoriamente criado por empresas independentes. Em 2016, os canais de TV por assinatura exibiram mais conteúdo nacional do que o mínimo exigido pela Lei, de acordo com um relatório produzido pela Ancine (Agência Nacional de Cinema).

Além do faturamento com o licenciamento de música, os negócios com sincronização influenciam diretamente as receitas com direitos autorais por execução pública. Em 2016, os valores globais representaram US$ 2,15 bilhões totalizando 13,7% das receitas totais do mercado fonográfico, um aumento de 7% em relação a 2015. No Brasil, o valor corresponde a US$ 84 milhões.

Leandro explica que, especialmente no caso de sync, mesmo projetos desenvolvidos aqui no Brasil podem representar um aumento nas receitas de exportação. “Muitos projetos audiovisuais são transmitidos no exterior – como é o caso de programas de TV, filmes, animações – ou seja, mesmo que toda a produção tenha sido feita aqui no Brasil, a partir do momento em que ele é licenciado e executado fora, todos os envolvidos ainda lucram com os direitos autorais sobre execução pública”, conclui.

Para mais informações, visite o site do evento.

Programação

Rodadas de negócios (4/12 e 5/12 – manhã)

Voltadas somente para empresas que atuam no mercado de sync & music branding e associadas da BM&A. As empresas que não atendem os requisitos mínimos – podem usar nossa plataforma de networking para agendar suas próprias reuniões. Saiba mais através do link. 

Showcases (4/12 e 5/12 – noite)

Com o objetivo de mostrar um panorama da cena atual da música brasileira, o BME organizou showcases que serão apresentados durante os dois dias do evento, no período da noite. Os associados da BM&A têm direito a uma ajuda de custo com valor ainda a definir e, especialmente para quem é de fora de SP, o valor as passagens aéreas. As inscrições vão até 06 de novembro e somente artistas independentes, managers e produtores podem enviar propostas. Veja as regras e o cronograma aqui. 

Palestras e painéis (4/12 e 5/12)

Apresentação de cases de sucesso e tendências dentro dos mercados de sync & music branding para todos os credenciados com tradução simultânea. Consulte a programação.

Workshops (4/12 e 5/12)

Profissionais convidados irão ensinar a ferramentas e processos do mercado de Sync & Music Branding. As vagas são limitadas, e os workshops são separados por níveis de maturidade de gestão. Ou seja, os “workshops free” podem ser considerados assuntos para iniciantes e os “workshops pro” tratam de assuntos mais complexos. Alguns deles, serão somente em inglês, já que o professor será estrangeiro. Mais detalhes aqui. 

Pitching (4/12 e 5/12)

Voltado para empresas e profissionais que desenvolvem projetos no mercado audiovisual nas áreas de cinema, TV, games, entre outras, que poderão apresentar seus projetos para profissionais do mercado da música com o objetivo de conseguir identificar um parceiro adequado. Veja mais aqui. 

Sobre o BME

O Brasil Music Exchange (BME) é um projeto de auxílio à exportação de música desenvolvido desde 2002 por meio de uma parceria entre a Brasil Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Para essa finalidade, realiza diversas atividades de promoção de negócios e imagem internacional.

Brasil Music Club divulga lineup de showcases abertos ao público nos dias 4 e 5 de dezembro

Com o objetivo de fornecer conteúdo e gerar negócios para profissionais do mercado musical nas áreas de sincronização e music branding, o BME (Brasil Music Exchange), projeto de exportação de música brasileira realizado por meio de uma parceria entre a Brasil, Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promove a Brasil Music Summit (BMS). O evento, que terá programação de palestras e rodadas de negócios, acontece nos dias 4 e 5 de dezembro, na Unibes Cultural.

Nesta semana, o projeto divulgou a programação de showcases, que acontecem nos dias das 19h às 22h. Os artistas Emicida, Nômade Orquestra e Maglore se apresentam em 4 de dezembro junto com o DJ Tudo, que participa intercalando cada show. O segundo dia conta Larissa Luz, Saulo Duarte, Bixiga 70 e DJ MAM na programação. Os shows são abertos ao público em geral e os ingressos estão à venda através do link com preços a partir de R$ 19,50.

A programação diurna do BMS conta com a participação de profissionais nacionais e internacionais em palestras, workshops e rodadas de negócios. Saiba mais no site.

SERVIÇO:

04/12 – 19h às 22h
19h00 – 19h30: Nômade Orquestra
19h30 – 20h00: DJ Tudo
20h00 – 20h30 Maglore
20h30 – 21h00 DJ Tudo
21h00 – 22h00 Emicida

05/12 – 19h às 22h
19h00 – 19h30: Larissa Luz
19h30 – 20h00: DJ Mam
20h00 – 20h30 Saulo Duarte
20h30 – 21h00 DJ MAM
21h00 – 22h00 Bixiga 70

Sobre o BME

O Brasil Music Exchange (BME) é um projeto de auxílio à exportação de música desenvolvido desde 2002 por meio de uma parceria entre a Brasil Música & Artes (BM&A) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Para essa finalidade, realiza diversas atividades de promoção de negócios e imagem internacional.